O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes dedicou parte de sua agenda a reuniões com líderes do setor produtivo e empresarial da capital para discutir o fortalecimento econômico do estado.
Diálogo com o setor empresarial
Durante a tarde, o candidato participou do programa “Conversa com o Candidato”, promovido pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (FACMAT). No evento, ele ressaltou que a atividade comercial é a base para o desenvolvimento dos municípios e precisa de maior apoio da gestão estadual, com foco especial nos micro e pequenos empreendedores.
Na ocasião, Wellington defendeu que as pequenas e médias empresas tenham facilidade no acesso a créditos e propôs a descentralização da industrialização para impulsionar outras regiões estaduais, indo além do eixo da BR-163.
Assinatura de agenda conjunta
No período noturno, o político esteve presente no encontro “Diálogo com Candidatos”, promovido pela CDL Cuiabá junto com o Sindipetróleo-MT, Abrasel, Sindicato das Concessionárias de Veículos e Fenabrave Mato Grosso. Na ocasião, ele firmou compromisso com as propostas apresentadas pelas entidades.
O documento entregue ao candidato engloba pedidos como novas linhas de financiamento, melhorias em infraestrutura e mobilidade urbana, avanço econômico na Região Metropolitana e garantia de segurança jurídica para os mercados de combustíveis e automóveis.
Incentivos fiscais condicionados
Ao debater os benefícios tributários, Wellington defendeu que os subsídios estejam atrelados ao processamento local e à criação de postos de trabalho. “O incentivo serve para igualar as oportunidades e evitar que Mato Grosso perca competitividade. Quem tem incentivo fiscal tem que industrializar em Mato Grosso e gerar empregos aqui. Todos os setores precisam crescer, atrair as indústrias que ainda não temos no estado e utilizar a matéria-prima que produzimos, respeitando as características de cada região”, afirmou.
O postulante ao governo também cobrou um equilíbrio maior na distribuição de verbas estaduais para a Baixada Cuiabana. “Temos que reverter para a população o que o Estado arrecada: a Baixada Cuiabana recolhe 75% e recebe de volta apenas cerca de 20% para investir”, declarou, enfatizando a urgência de diminuir os contrastes regionais no estado.
Infraestrutura e temas centrais
Em sua sabatina na FACMAT, o candidato também tratou de malha viária e logística, mencionando o projeto da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo rumo a Cuiabá, além de melhorias em rodovias estaduais e federais, como a BR-158. Outros tópicos debatidos foram segurança pública, ensino, saúde, capacitação profissional e o plano de revitalização para o centro da capital.

