O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) votou neste domingo (4) em Rondonópolis e declarou estar “extremamente confiante” quanto ao desfecho do pleito eleitoral deste ano.
Justiça social e desenvolvimento regional Durante a zona eleitoral, o postulante ao Executivo estadual ressaltou a importância de políticas públicas voltadas para a parcela mais vulnerável da população, enfatizando a necessidade de inclusão econômica.
“Espero que Mato Grosso seja um Estado de oportunidades para todos. A riqueza não pode ficar restrita a poucos. O mais humilde, aquele que mais precisa, precisa da mão do Estado”, afirmou.
O político também mencionou que o processo eleitoral deve servir para fortalecer a equidade social tanto na esfera estadual quanto na nacional, pontuando que o período de debates e contestações dá lugar à vontade popular expressa nas urnas.
“Críticas foram feitas durante a campanha. Agora é dia de eleição, dia de agradecer. O resultado das urnas será soberano, é a vontade popular, que não se deve contestar”, disse.
Alianças e cenário presidencial Além de pautas locais, o candidato reiterou seu alinhamento com a legenda e destacou as expectativas em torno da disputa pela Presidência da República, mencionando nominalmente a campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
“Nosso maior projeto é a eleição de Flávio 22. O Brasil, com certeza, será um país de progresso, desenvolvimento e, acima de tudo, onde as injustiças sejam corrigidas”, declarou.
Por fim, o representante do PL comentou sobre a situação política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), classificando sua inelegibilidade como uma penalização severa e defendendo a amplitude do processo democrático com a participação de todas as lideranças.
“Falo aqui também em nome do presidente Bolsonaro. Tenho uma militância de 40 anos, filiado ao PL, e sempre lutei pelo crescimento do partido. Com a vinda de Bolsonaro, tornou-se o maior partido do Brasil. Sempre disse que essas eleições seriam mais democráticas com a presença do presidente Bolsonaro, que foi injustiçado”, afirmou.








