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Otaviano Pivetta cobra agilidade no BRT e prevê nova gestora pública

Consórcio enfrenta cobranças diárias do governo estadual devido ao ritmo lento na avenida Fernando Corrêa da Costa.

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), cobrou celeridade do consórcio responsável pelas obras do Bus Rapid Transit (BRT) na Região Metropolitana de Cuiabá. Em entrevista à imprensa, o chefe do Executivo estadual admitiu insatisfação com o ritmo das intervenções na avenida Fernando Corrêa da Costa e na ligação com Várzea Grande, revelando que monitora o avanço dos canteiros diariamente por meio de uma equipe de acompanhamento direto.

Cobrança diária pelo cronograma

Pivetta destacou que, embora os trabalhos sigam em andamento com a edificação das estruturas, a velocidade das obras permanece aquém das metas estipuladas em contrato. “Eu acompanho todo dia, eu tenho um grupinho do BRT, cobro todo dia. As estações estão sendo construídas, vocês estão vendo, a velocidade não é a que a gente gostaria, nem é a que está no contrato. Está atrasado o cronograma e eu não estou feliz com isso, mas estamos chegando perto”, declarou o governador.

Governança unificada do transporte

Para garantir a operação integrada do modal de transporte de passageiros entre a capital e a cidade vizinha, o governador informou que o Poder Executivo estadual abriu tratativas com os municípios envolvidos para instituir um modelo unificado de governança.

“Fizemos uma reunião sobre a criação da empresa metropolitana que vai unir Governo do Estado, Cuiabá e Várzea Grande, que vai fazer a gestão do corredor intermunicipal e desses equipamentos também”, anunciou Pivetta.

Estrutura e conforto das paradas

Ao detalhar o padrão das paradas do novo sistema, o governador reforçou que as estações do BRT foram projetadas para oferecer conforto térmico, segurança e conveniência, funcionando como pontos de atendimento de alta qualidade para os passageiros do transporte coletivo.

“São estações com climatização, com ambiente que tem que ser higienizado. Todo dia lá vai ter as maquininhas de comprar, vai ter os refrigeradores. Então, serão unidades de bem-estar, além de estações de ônibus”, disse Otaviano Pivetta.

As articulações políticas e o monitoramento rigoroso continuam nos próximos meses para tentar mitigar os impactos dos atrasos na mobilidade urbana da região metropolitana.

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