Política

Mauro critica verde e amarelo por petistas e aponta estratégia

Senador eleito apontou contradição na adoção dos símbolos nacionais pela campanha adversária na reta final da disputa.

O senador eleito Mauro Mendes (União Brasil) criticou duramente a adoção do verde e amarelo por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha do segundo turno da eleição presidencial.

Críticas duras em evento político

Durante o ato político “Bloquinho do 22”, realizado em um domingo de outubro de 2022 em Cuiabá em prol da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), o político mato-grossense classificou a movimentação adversária como uma estratégia eleitoral para maquiar a verdadeira identidade partidária. “Isso é uma tentativa de dissimular ou de disfarçar aquilo que eles defenderam”, afirmou.

Para o aliado de Flávio Bolsonaro, o eleitorado não deve ser enganado pela mudança repentina na identidade visual dos simpatizantes da esquerda. “Ninguém é bobo de última hora, não vai cair nessa palhaçada de tentar fazer essa virada”, disparou.

Identidade visual contestada

Ainda de acordo com o ex-governador de Mato Grosso, a relação histórica da legenda com o simbolismo nacional sempre foi distante, contrapondo-se à atual mobilização. “Eles nunca vestiram o verde e amarelo, nunca vestiram a bandeira. A bandeira e a cor deles é o vermelho, que não representa o nosso país”, declarou.

A polêmica ganhou força nas redes sociais após uma convocação do deputado federal André Janones (Rede-MG), que estimulou o uso de roupas nas cores da bandeira do Brasil pelos eleitores petistas na última semana antes do pleito marcado para 25 de outubro.

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