O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicione a respeito de pedidos urgentes protocolados nas apurações do caso Master e nas investigações sobre os descontos irregulares em benefícios do INSS.
Origem dos processos na presidência
Esses processos estavam sob a relatoria do ministro André Mendonça, mas acabaram remetidos à presidência da mais alta Corte do país durante o pico do atrito interno gerado após o magistrado suspender o sigilo de supostas mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Pedidos de liberdade sob análise
A manifestação da PGR abrangerá as solicitações de soltura apresentadas por alvos da investigação, a exemplo do empresário Fabiano Zettel, que é próximo de Vorcaro, além de Felipe Vorcaro e Henrique Vorcaro, respectivamente primo e pai do ex-banqueiro.
Situação de André Mendonça
Responsável original pelas apurações, o ministro André Mendonça tornou-se alvo de um pedido de investigação formulado por Alexandre de Moraes.
A votação desse requerimento estava agendada para uma quarta-feira (23), contudo acabou postergada em decorrência da paralisação do julgamento que definiria se o próprio Moraes seria investigado. Atualmente, o retorno dessa análise permanece sem data definida.
















