O senador Carlos Fávaro publicou um vídeo nesta sexta-feira (25) declarando apoio oficial à medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para encerrar as atividades das chamadas bets em território nacional. Segundo o parlamentar, a iniciativa governamental serve como um alívio urgente para combater o endividamento, o vício e a derrocada financeira que afetam lares em todo o país.
Contexto da decisão do governo Publicada nesta sexta-feira, a norma oficial busca frear o avanço dos jogos online. O senador argumentou que a indústria de apostas prejudica a população trabalhadora e afeta a saúde mental de diversas gerações.
“O fim das bets vai acabar com um pesadelo das famílias brasileiras. Esse jogo de azar toma o dinheiro de quem trabalha, adoece jovens e destrói lares. Não podemos permitir que empresas continuem lucrando com a dor e o desespero das pessoas”, afirmou o senador.
Projeto de lei anterior Antes da publicação da nova norma pelo Executivo, Fávaro já havia protocolado no Senado Federal o Projeto de Lei 4.977/2026. A iniciativa legislativa propõe o banimento total da exploração, divulgação, patrocínio, publicidade e intermediação desse modelo de entretenimento digital.
A criação do texto legislativo ocorreu após o político colher diversos testemunhos de cidadãos afetados pelas plataformas digitais durante viagens oficiais realizadas por cidades do estado de Mato Grosso.
Próximos passos no Congresso Com o envio do texto oficial do Governo Federal para avaliação do Poder Legislativo, Fávaro garantiu que atuará ativamente pela aprovação da matéria entre seus pares.
“No Senado, vou votar para acabar, de uma vez, com as bets no Brasil. Essa é uma luta que já comecei e que vou levar até o fim”, antecipou o parlamentar.
Para encerrar, o representante político enfatizou que a defesa do orçamento doméstico e do bem-estar social permanecerá no centro de sua atuação parlamentar durante a tramitação do tema em Brasília.
“Precisamos seguir na luta contra as bets, protegendo o dinheiro do trabalhador, a saúde dos nossos jovens e a dignidade das famílias brasileiras”, concluiu.
















