Mauro afirmou ainda que a multiplicidade de registros é reflexo do que classificou como uma cultura cartorial que precisa ser enfrentada pelo Congresso. Para ele, interesses corporativos e resistência às mudanças dificultam iniciativas de simplificação no país.
"Tem que acabar com essa mania cartorial de todo mundo querer ter o seu poder. Se a gente não acabar com isso, vamos continuar sendo um país provinciano. O nosso ambiente econômico, seja no comércio ou nas relações entre empreendedores, está preso a um país extremamente burocrático e cartorial", afirmou.
O candidato relacionou a proposta à experiência que teve à frente do Governo de Mato Grosso que recuperou a capacidade financeira do Estado e o aumento os investimentos, mas exigiu medidas de gestão e decisões que enfrentaram resistência. Ele pretende fazer o mesmo no Senado. Liderar discussões para mudanças na legislação que reduzam entraves, simplifiquem a relação entre cidadãos, empresas e poder público e aumentem a eficiência da administração brasileira.
Fonte: O Documento

